Violência doméstica: você não está sozinha

Se você está passando por isso, existe ajuda, e nada do que aconteceu é culpa sua. Aqui você encontra telefones, orientações e uma forma segura de falar com a advogada, no seu tempo.

Precisa de ajuda agora?

Ligue. As ligações abaixo para 190, 180 e 192 são gratuitas.

190Polícia Militar. Emergência e risco imediato.
180Central de Atendimento à Mulher. Orientação e denúncia, todos os dias, a qualquer hora.
192SAMU. Atendimento médico de urgência.
(45) 3222-3298Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e Vulneráveis de Cascavel. Rua Castro Alves, 2518, Centro.

Para crianças, adolescentes e idosos, o Disque 100 (Direitos Humanos) também recebe denúncias.

Reconhecer a violência

Violência doméstica não é só agressão física. Ela pode aparecer de várias formas, e muitas vezes começa de modo sutil:

  • Física: empurrões, tapas, socos, puxões, qualquer agressão ao corpo.
  • Psicológica: humilhações, ameaças, ciúme e controle excessivos, isolamento de amigos e família.
  • Moral: xingamentos, calúnias e exposição da sua imagem.
  • Patrimonial: controle do seu dinheiro, destruição de objetos ou retenção de documentos.
  • Sexual: qualquer ato sexual sem o seu consentimento, mesmo dentro do relacionamento.

Se algo faz você sentir medo ou se encolher, isso já é motivo para buscar ajuda.

O que fazer, passo a passo

  1. Priorize a sua segurança. Em risco imediato, ligue 190 ou vá para a casa de alguém de confiança.
  2. Cuide da sua saúde. Se estiver machucada, ou em qualquer situação de violência sexual, procure um hospital ou UPA o quanto antes. Há cuidados que funcionam melhor nas primeiras horas.
  3. Registre a ocorrência na delegacia e peça a medida protetiva de urgência. Se preferir, vá acompanhada de alguém.
  4. Guarde provas: mensagens, áudios, fotos, laudos e nomes de testemunhas. Salve cópias em local seguro, como o e-mail ou com alguém de confiança.
  5. Prepare uma bolsa de emergência: documentos, chaves, dinheiro, remédios e roupas. Deixe com uma pessoa de confiança.
  6. Converse com uma advogada para entender medidas protetivas, divórcio, guarda dos filhos e pensão.

Como falar com a advogada com segurança

Sabemos que o celular e o computador podem ser vigiados. Alguns cuidados ajudam:

  • O botão abaixo abre o WhatsApp com uma mensagem discreta, sem citar o assunto.
  • Depois de enviar, apague a conversa, ou use as mensagens temporárias e a opção de arquivar.
  • Se o seu celular é vigiado, use o aparelho de uma pessoa de confiança ou combine de ir ao escritório.
  • Entre em contato quando a pessoa agressora não estiver por perto.
  • Este site pode ficar no histórico do navegador. Use uma janela anônima e, se precisar sair com urgência, clique em "Sair rápido" no canto da tela.

A conversa com a advogada é sigilosa e acolhedora. Você decide o ritmo.

Falar com a advogada, de forma discreta

Como a advogada pode ajudar

  • Orientação sobre medidas protetivas e acompanhamento do pedido
  • Divórcio ou dissolução de união estável
  • Guarda, convivência e pensão alimentícia dos filhos
  • Partilha de bens e orientação sobre os próximos passos
Em risco imediato, ligue 190. Conteúdo informativo, sem promessa de resultado. Cada caso exige análise individual.
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Endereço

R. Gen. Osório, 1873
Parque São Paulo – Cascavel, Paraná
CEP 85803-760

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Atendimento até às 20h, com horário marcado

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